
:grin :grin :grin
De 30 a 60 anos... Os moradores mais idosos infartaram no caminho da piscina; e nús!
Adorei a morena do quadrilzão.
Gostei (causa efeito herga-te!) A platéia no final foi excelente!!!
Bjo dona Bruxa!!!!
Parabéns!! :p
| Conto Número 11 - Na piscina do condomínio |
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| Diversos - Artigos Diversos |
Escrito por: Bruxa_dos_Contos![]() |
Sáb, 29 de Novembro de 2008 03:56 |
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Quinze dias num apartamento na praia. Quase uma Lua de mel. Que maravilha para Renata e Arthur.
A praia era linda e pouco movimentada nessa época do ano. Perfeito pra quem quer curtir uns dias a dois sem compromisso com hora pra acordar, pra comer, pra nada. Tudo bem à vontade. Praia pela manhã, piscina à tarde. O condomínio era grande, tinha duas piscinas, mas eles optavam sempre pela que ficava mais perto do apartamento em que estavam. O melhor é que, até o condomínio era vazio. Provavelmente os proprietários não moravam por lá e alugavam os apartamentos para temporadas, como foi o caso do dono do que estavam. Então tinham a piscina sempre só pra eles. Com o passar dos dias foram ficando tão à vontade que arriscavam até algumas carícias mais atrevidas por baixo da água, mesmo estando cercados pelos prédios dos apartamentos e sabendo que, embora com chances remotas, poderia haver alguém a espiar. Quanto mais abusavam da sorte, mais vontade tinham de abusar. Beijos e amassos no canto da piscina estavam sendo a rotina diária nos finais de tarde. Um dia o banho de piscina demorou um pouco mais. O sol já estava se pondo, fazendo sombras pouco iluminadas no local da piscina. Renata sempre foi cheia de pudores, mas o abandono do condomínio, a pouca iluminação do momento e a barreira visual que a água da piscina provocava iam aos poucos deixando-a cada vez mais à vontade. Ela sentia entre suas pernas o membro de Arthur pulsar. Sabia a delícia que era tê-lo dentro de si. O correto seria interromperem o namoro e irem ao apartamento para lá darem continuidade, mas era difícil parar... Bem que tentaram ... por várias vezes afastaram-se, mas em seguida já estavam de novo trocando beijos quentes e roçando seus corpos no embalo das pequenas ondas da piscina. Seguros de não serem flagrados ela permitiu que Arthur desfizesse o laço da tanga do seu biquine, ficando então nua da cintura pra baixo. Ele, sem mais demoras, fez-se despido também. Cheios de fogo e desejo, o despudorado casal deu inicio a uma insensata - mas irresistível -loucura dentro da piscina. Arthur roçava a glande rígida pelos lábios íntimos de Renata, que gemia e movia o quadril pedindo mais. O sol já se vai e faz-se silêncio no condomínio. Realmente parece não ter mais ninguém além do casal e dos vigias que estão longe, na guarita do prédio. Ele desfaz os laços da parte de cima do biquine dela e o joga pra fora, junto com todo o resto da roupa que já tiraram. Agora sentem as peles totalmente nuas, molhadas e quentes em contato uma com a outra. Ele suga-lhe os mamilos enquanto ela apóia-se em seus ombros para erguer mais o corpo dela sobre o dele. Arthur deleita-se com morenice da nudez de Renata e nenhum dos dois se preocupa mais se estão ou não sendo observados. Estando ela com as pernas enlaçadas no quadril dele, ele volta a massagear suas intimidades com seu membro rígido e latejante. Penetra-a com força e sem cuidado, arrancando-lhe gemidos pouco contidos. Erguida acima do nível da piscina, Renata sentia o membro rígido de Arthur entrar e sair com intensidade e o balanço da água a instigava a querer senti-lo ainda mais. Entre um ‘para' e um ‘não' - tentativas de Renata de fingir-se recatada - Arthur ia estocando cada vez mais forte. Com uma mão ele abraça-a forte e com a outra apóia o quadril dela erguendo-a e a seguir puxando-a contra ele. Tomada por uma luxúria intensa Renata abre mais as pernas, dando-se com maior oferta ao vigor das investidas de Arthur que no auge do desejo cola a boca na nuca da morena sugando-lhe como um vampiro, sabendo ser esta a fantasia mais erótica da moça. Em meio a tudo isso ele adentra-a por traz com um dedo e é nesse momento que Renata libera tudo que ainda tentava conter. Geme, grita, morde, arranha. Esquece completamente que esta em um local público. Arthur a conduz à borda da piscina e a põe de costas para ele. Coloca-a debruçada, nua, sobre a borda da piscina, deixando o bumbum dela totalmente exposto à brisa e a ele. Suga-lhe o anus deixando-a ensandecida. Umedece bem e a seguir posiciona o seu ferre entre suas curvas. Renata aguarda calada. Não se atreve a gemer, por medo de estragar o momento. Arthur encaixa e já força, sentindo o quanto é apertadinho e gostoso pegá-la assim. A morena de ancas arredondadas geme e rebola à sua frente. A visão da sua espada entrando e saindo daquelas curvas o enlouquece. Ele puxa-a pelos cabelos e aperta-lhe os seios. Curva seu corpo sobre o dela, cola seu peito às suas costas, e investe com mais vigor na penetração deixando Renata descontroladamente excitada. Impossível estar pelos arredores da piscina e não ouvir os sons da lascívia que ali se fazia. O movimento da água, os gemidos do casal, tudo denúnciava a libidinagem do momento. Renata sente Arthur a prender com força e investir em movimentos mais rápidos e curtos, típicos de um bicho quando copula. O calor invade todo o seu corpo imaginando-se possuída por animal selvagem quando copula. Seu macho hurra e morde suas costas e sua nuca. Renata mal consegue mover o quadril pra dar sua contribuição ao ato, tamanha a força com que ele a abraça. É quando sente o leite quente de Arthur jorrar e transbordar em sua pele. Vê-se tomada por arrepios intensos e convulsões, sua última lembrança consciente é a da mordida no ombro que recebe durante o último suspiro de Arthur. A seguir ela própria extravasa seu prazer entre gritos e gemidos, permitindo-se ser fêmea no cio, mulher amante. Depois da impetuosidade do que foi vivido, o casal ofegante desliza lentamente pra dentro da água da piscina. Renata volta-se de frente para Arthur e beijos são trocados enquanto dão-se o tempo para recuperarem as forças e o fôlego. Já é noite e inesperadamente as luzes são acesas. Depois do susto o casal se entreolha e ri. - Será que alguém viu ? Pergunta ela. - Se viu gostou, porque não reclamou de nada. Responde ele. Ambos solta uma relaxada gargalhada e fazem-se entregues a um último abraço antes de buscarem suas roupas para sair da piscina. No dia seguinte, num novo final de tarde, o casal encaminha-se à piscina para cumprir com sua rotina diária desses dias de férias. Para surpresa deles vêem-na com alguns casais, moradores talvez, com idades variando entre 30 e 60 anos. Estranham que depois de tanto tempo abandonada a piscina se encontre assim, tão movimentada. Dão a volta pela piscina dirigindo-se a uma mesa que se encontra do outro lado - a única vazia - para lá deixarem os poucos objetos que trazem consigo. No caminho passam por uma senhora sentada sob o guarda sol que os fita com olhar penetrante por sobre o óculos escuro e um sorriso maroto nos lábios. Chegando à mesa, um tanto confusos, Arthur e Renata se entreolham enquanto desfazem-se da canga, do boné, dos óculos. Olham então para os demais que estão na piscina e notam que todos os olhares estavam voltados para eles. Nenhuma censura, apenas olhares insinuantes. - É, fomos vistos ontem. Fala Renata baixinho e um tanto encabulada. - Sim, fomos. E agora eles querem mais. Não podemos deixar o público decepcionado. Brinca Arthur aos risos, enquanto Renata cobre-o de tapas - de amor - rindo também. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qua, 25 de Novembro de 2009 10:50 |

